quarta-feira, 11 de janeiro de 2012



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sábado, 3 de dezembro de 2011

Republicano Herman Cain abandona candidatura à Presidência nos EUA (Postado por Lucas Pinheiro)

O pré-candidato republicano à Presidência dos EUA Herman Cain abandonou sua campanha neste sábado (3), num anúncio feito em Atlanta em meio às acusações de assédio sexual. Cann disse a apoiadores que as acusações lançadas contra ele durante as últimas semanas são "falsas e não provadas", mas disse que elas foram avassaladoras na vida dele e de sua esposa, Gloria, que apareceu com ele no palco. "Estou suspendendo a minha campanha", disse Cain.

Gloria até agora ficou ao seu lado diante das acusações de assédio sexual feitas por várias mulheres - inclusive uma que disse ter mantido um relacionamento intermitente de 13 anos com Cain.

Cain, ex-executivo do setor de restaurantes, sem experiência em disputas eleitorais, chegou a liderar as pesquisas relativas às eleições primárias republicanas, mas despencou desde que as acusações começaram a surgir.

Uma pesquisa do jornal 'Des Moines Register' mostrou que ele teria apenas 8% das intenções de voto em Iowa, primeiro estado a realizar o processo das primárias republicanas, em 3 de janeiro.

Para o estrategista republicano Ron Bonjean, a situação de Cain se tornou inviável. "Ele não pode mais sustentar uma campanha positiva com todas essas acusações", disse.

Em entrevista publicada na última quinta-feira pelo jornal 'New Hampshire Union Leader', o conservador Cain havia sugerido que só deixaria a disputa a pedido de Gloria, com que está casado há 43 anos.

Ginger White, que diz ter se relacionado com Cain durante 13 anos, afirmou na quinta-feira à emissora 'MSNBC' que o casal não tinha um "relacionamento amoroso", e sim "um relacionamento sexual, por mais difícil que seja para mim dizer isso, e por mais difícil que seja para as pessoas escutar."

Cain diz que White era apenas uma amiga a quem ele prestava ajuda financeira.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Candidata conservadora admite caso lésbico com menor nos EUA (Postado por Lucas Pinheiro)

Uma candidata conservadora independente à Câmara de Deputados da Virginia, nos Estados Unidos, admitiu nesta quarta-feira (27) ter tido um caso com uma estudante menor de idade quando era professora de ginástica nos anos 1970, segundo site “Huffington Post”.

“Eu nunca tentei esconder que tive um caso homossexual”, disse Linda Wall em uma entrevista à agência de notícias Associated Press. “Se qualquer pessoa der um Google no meu nome, vai encontrar. Quarenta anos atrás eu era uma pessoa diferente. Era uma grande consumidora de maconha, com um julgamento prejudicado e fiz algumas escolhas erradas”, disse.

Em um depoimento como parte de um processo de difamação movido pelo ex-candidato republicano Paul Jost contra ela e o senador Thomas K. Norment Jr. em 2006, Linda Wall admitiu ter mantido relações sexuais com a menor.

A candidata conservadora disse ter se desligado da escola após uma diretora ter confrontado ela sobre a acusação.

Após o ocorrido, Wall disse ter se convertido ao cristianismo, mudado sua orientação sexual e parado de usar drogas. Ela concorre ao Parlamento da Virginia com uma plataforma que inclui questões sociais e se define como “ex-gay”.

A candidata não é a única a enfrentar questionamentos éticos na eleição do estado, que ocorrerá em novembro. O republicano Matt Fariss foi citado em 2002 numa ordem judicial para proteger uma mulher, além de ter sido condenado em dois incidentes por porte ilegal de arma e por dirigir bêbado. Já a democrata Connie Brennan tem várias condenações por violar a lei sobre caçar animais.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dilma é 3ª mulher mais poderosa do mundo


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Dilma Rousseff participou de jantar oferecido pelo vice-presidente Michel Temer
Líder brasileira recebeu posição de destaque em lista elaborada pela revista norte-americana
São Paulo. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), aparece em terceiro lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo, divulgada ontem pela revista Forbes. Dentre elas estão políticas, empresárias e personalidades da mídia e do entretenimento. A lista é encabeçada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, de 57 anos, e em segundo lugar está a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, 63 anos.

A presidente brasileira, de 63 anos, é descrita como a primeira mulher a comandar a maior economia da América Latina. "Dilma Rousseff fez manchetes quando foi eleita para liderar a maior economia da América Latina, mas de muitas maneiras a eleição não foi uma surpresa. É sua trajetória até o cargo que é marcante. Envolvida na política radical da América Latina, ela ficou presa por dois anos", diz o texto da Forbes. Além de Dilma, há outra brasileira no ranking: a modelo Gisele Bündchen, que ficou com a 60ª posição.

Jantar de aproximação
Enquanto no exterior há o glamour de estar entre as mais poderosas, no ambiente interno Dilma enfrenta o desafio de acalmar sua base aliada. Em jantar oferecido na terça-feira pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB), à presidente e ao PMDB no Palácio do Jaburu, a meta era aproximá-la mais ao partido e diluir a crise interna.

De acordo com um dos participantes do jantar, Dilma circulou com desenvoltura e distribuiu simpatia e atenções entre grupos de deputados e senadores. "Foi um gesto significativo de aproximação com o partido", definiu o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).

Envolvido em denúncias, o ministro do Turismo, Pedro Novais, que havia prestado depoimento no Senado à tarde, foi saudado como alguém que não deve virar alvo da "faxina" presidencial num curto espaço de tempo. Entre peemedebistas da cúpula, o sentimento é de que o partido já contribuiu com sua "cota" para a faxina com a demissão de Wagner Rossi do Ministério da Agricultura.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lula: 'não precisa ser especialista para saber que somos diferentes'

Redação SRZD | Nacional | 14/07/2011 20h27
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira do 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes e voltou a criticar a imprensa. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também esteve presente na cerimônia que reuniu centenas de estudantes em Goiânia (GO).

"Há quanto tempo não faço um discursinho", disse Lula afirmando que "não que não via a falar no microfone". O ex-presidente disse que a imprensa tenta criar animosidade entre ele e Dilma Rousseff ao ressaltar diferenças de estilo de governar.

"Não precisa ser especialista para saber que somos diferentes". Segundo Lula, "o dia em que tiver divergências (com a presidenta), ela vai estar com a razão".

O presidente da UNE, Augusto Chargas, afirmou que a entidade não é "chapa branca", como foi acusada na imprensa, por ter aceitado patrocínio dos ministérios dos Transportes, Saúde, Turismo, Esporte e Educação, e da Petrobras.

"Essa é uma afirmação muito equivocada. A UNE sempre contou com apoio público para realizar suas atividades", disse. Contudo, o ex-presidente Lula o aconselhou a não se preocupar "com quem te chamou de chapa branca. Aquele jornal não cobre o Rio, não chega à Baixada Fluminense".

Haddad também defendeu a UNE ao dizer que "algumas pessoas acham que é possível comprar consciência com alguns trocados. Estudantes não se vendem por dinheiro nenhum".

domingo, 12 de junho de 2011

Proximidade com Lula mantém aprovação de Dilma, revela Datafolha





Folha Online

O repórter especial da Folha Fernando Canzian e o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, avaliam o resultado da pesquisa Datafolha divulgada neste domingo sobre a popularidade da presidente Dilma Rousseff. 

De acordo com o levantamento, 49% dos entrevistados consideram a gestão Dilma como ótima ou boa. 

Na última pesquisa, em março, eram 47%. Isso significa que a crise que levou à demissão do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) na terça-feira passada e o surto inflacionário no país não impactaram de forma negativa a aprovação de seu governo. 

Em relação à economia, a maioria no país (51%) diz acreditar que a inflação vai continuar subindo. Em março, 41% acreditavam nisso. 

Entre os brasileiros que ganham até cinco salários mínimos (R$ 2.725) a percepção de piora nas expectativas de inflação é duas vezes maior do que entre os que recebem acima disso. 

O Datafolha também mostra que 64% dos entrevistados querem que o ex-presidente Lula participe das decisões de Dilma. 

Essa confiança no ex-presidente também reflete na aprovação de Dilma, segundo Paulino. 

A pesquisa foi realizada nos dias 9 e 10 de junho com 2.188 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.



 

sábado, 11 de junho de 2011

Aprovação de Dilma sobe mesmo com caso Palocci


A avaliação do governo Dilma Rousseff cresceu mesmo com a crise política do último mês envolvendo o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, que nesta semana foi substituído pela senadora paranaense Gleisi Hoffmann. 

Pesquisa Datafolha, feita entre os dias 9 e 10 de junho, mostra que 49% dos entrevistados consideram Dilma como ótima ou boa. No último levantamento, de março, eram 47%. 

Além disso, o Datafolha verificou que a maioria dos brasileiros concordam que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva opine nas decisões de Dilma. 

A pesquisa ouviu 2.188 pessoas em todo país e tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. 

Os detalhes do levantamento estão na edição deste domingo do jornal Folha de São Paulo.