quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vira-Virou: Ibope mostra Dilma cinco pontos à frente de Serra

Do Blog do Campbel

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, assumiu a liderança na disputa presidencial, de acordo com a pesquisa divulgada pelo Instituto Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 40 pontos percentuais de intenção de voto, enquanto o candidato do PSDB, José Serra, tem 35 pontos. A candidata do PV, Marina Silva, aparece com 9 pontos, considerando um cenário com apenas os três candidatos.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já em um cenário com 11 candidatos, Dilma lidera com 38,2% das intenções de voto, Serra marcou 32,3 pontos e Marina tem 7 pontos.

É a primeira vez que Dilma assume a dianteira na consulta estimulada do Ibope.

Registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TSE) com o número 16292/2010, a pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 deste mês com 2.002 pessoas em 140 municípios. (Agência Brasil)

sábado, 5 de junho de 2010

Ibope: Serra e Dilma estão empatados com 37% das intenções de voto

UOL Eleições
Em São Paulo

Os pré-candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatados com 37% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope divulgada neste sábado (5). O levantamento foi contratado pela "Rede Globo" e pelo jornal "O Estado de São Paulo".

Marina Silva, pré-candidata pelo PV, aparece com 9%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 8%.

A pesquisa ainda analisou o índice de rejeição dos candidatos. Questionados em qual candidato não votariam de jeito nenhum, 24% dos eleitores disseram o nome de Serra, 19% o de Dilma e 15% citaram Marina.

Numa simulação do segundo turno das eleições entre Serra e Dilma, ambos aparecem novamente empatados com 42%. Votos brancos e nulos somam 9% e os indecisos, 7%.

Governo Lula tem 86% de aprovação

O Ibope também ouviu a opinião dos eleitores sobre o governo Lula. Dos entrevistados, 86% aprovam a atual administração, contra 11% que disseram desaprovar. Ainda conforme a pesquisa, 75% consideram o governo Lula ótimo ou bom ; 20% regular e 5% ruim ou péssimo.

De zero a dez, o presidente Lula recebeu nota média de 7,8 dos entrevistados. A pesquisa Ibope entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos e está registrada no TSE (13642/2010).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pesquisa eleitoral do IBOPE Opinião

Fundado em 1942, o Instituto de Opinião Pública e Estatística – IBOPE - foi pioneiro na realização de pesquisas no Brasil e hoje é lider na área de pesquisas de opinião no país. A partir de 1945, o IBOPE começou a trabalhar com pesquisas eleitorais, e desde o governo Juscelino Kubitschek faz pesquisa de opinião para todas as esferas de governo, seja federal, estadual ou municipal.

Nas pesquisas eleitorais, o IBOPE Opinião, empresa do Grupo IBOPE, não se limita a aferir a intenção de voto. Faz pesquisas qualitativas e quantitativas, cobrindo as principais fases de uma campanha: mapeamento do eleitorado em termos sociais e políticos; posicionamento do candidato/partido e de forças concorrentes; e acompanhamento da campanha propriamente dita.

As pesquisas eleitorais realizadas pelo IBOPE são Ad Hoc, ou seja, feitas sob encomenda. O leque de clientes é bastante amplo: veículos de comunicação e entidades não-governamentais nacionais e internacionais a empresas públicas e privadas, associações, sindicatos, grupos religiosos, entre outros. Partidos, coligações e candidatos encomendam pesquisas para serem usadas no planejamento estratégico de suas campanhas.

Continuamente, o IBOPE Opinião realiza trabalhos de avaliação administrativa de governos estaduais, municipais e do governo federal, além de pesquisas de opinião em geral.
Pesquisa eleitoral: conheça um pouco da metodologia utilizada

Para a realização de suas pesquisas eleitorais, o IBOPE utiliza amostragens rigorosamente representativas da população em estudo. Tais amostras são selecionadas de acordo com critérios estatísticos baseados em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A seleção da amostragem final passa por três estágios distintos:
• Seleção probabilística dos municípios que comporão a amostra por meio do método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT), tomando como base a população de cada um deles. Este método permite que a proporcionalidade existente entre as várias áreas do município sejam respeitadas.

• Seleção probabilística dos setores censitários do IBGE onde serão realizadas as entrevistas, utilizando também o método PPT.

• Seleção dos entrevistados de acordo com cotas proporcionais de sexo, idade, grau de instrução e setor de dependência econômica, dentro dos setores censitários sorteados previamente. As cotas servem para evitar erros decorrentes da não existência de cadastros dos eleitores dentro dos setores censitários e da impossibilidade do levantamento de tal informação durante o processo da pesquisa.


Interpretando os resultados
As pesquisas de intenção de voto devem ser avaliadas dentro do processo eleitoral. Como são retratos do momento, seus resultados são tratados como uma fonte a mais de evidência no contexto analisado.

Dessa maneira as pesquisas eleitorais são perecíveis. Sua perecibilidade é determinada pela variação da opinião pública. Como a opinião das pessoas é dinâmica e responde aos estímulos que recebe, está sujeita a influências variadas – campanha, fatos inesperados, debates etc -, as pesquisas devem sempre ser interpretadas dentro do contexto no qual foram realizadas.

Margem de erro
Por se tratar de estatísticas e não números absolutos, toda pesquisa apresenta uma margem de erro que depende do tamanho da amostra estudada e dos resultados obtidos. Isso ocorre porque não é entrevistado todo o universo da população, mas apenas uma parte representativa deste. Trabalhando dessa maneira, há sempre um erro amostral conhecido e calculado especificamente para cada pesquisa eleitoral.

Para uma mesma amostra, quanto maior a homogeneidade da população pesquisada, menor será o erro amostral e vice-versa. Por isso, não existe um erro amostral único e fechado para a pesquisa como um todo, pois em cada informação fornecida pela pesquisa há um erro correspondente.

No caso das pesquisas eleitorais, esses erros são geralmente desiguais para os diversos candidatos em função da distribuição geográfica do eleitorado de cada um deles. A margem de erro comumente divulgada refere-se a uma estimativa de erro máximo, considerando-se um modelo de amostragem aleatório simples. Dessa maneira, os resultados de uma pesquisa devem ser interpretados dentro de um intervalo que estabeleça limites à estimativa obtida: o chamado intervalo de confiança.

O intervalo de confiança é sempre pré-estabelecido antes do início da pesquisa, de comum acordo entre o cliente e o IBOPE. Geralmente, fica em torno de 95%. Isso quer dizer que se uma pesquisa fosse realizada 100 vezes em 95 delas o resultado ficaria dentro da margem de erro.

Tendência de queda ou subida
O erro mais comum na leitura dos dados de uma pesquisa eleitoral é divulgar tendência de subida ou queda de determinada candidatura a partir de diferenças mínimas no resultado, que não caracterizam estatisticamente uma tendência.

Só é possível chegar à conclusão que uma candidatura está crescendo ou caindo, se houver, pelo menos, três pontos consecutivos de aferição, com pelo menos três deles seguindo na mesma direção. Assim, para se dizer ou escrever com segurança que um determinado candidato cresceu ou caiu sem errar, é preciso analisar a evolução do seu desempenho dentro de uma série de pesquisas e não somente comparar, isoladamente, a pesquisa atual em relação à anterior.

Zero absoluto e zero relativo
O zero absoluto significa que nenhuma das pessoas entrevistadas citou determinado candidato ou alternativa de resposta. Já o zero relativo significa que o candidato foi citado, mas não obteve citações suficientes para atingir 1% dos entrevistados.

Mais ou menos de 100%
Os resultados das pesquisas também podem não totalizar 100% das respostas. Isso ocorre devido a arredondamentos e não a erros. É muito comum em pesquisas eleitorais encontrar tabelas que totalizam de 97% a 104%, principalmente quando a quantidade de alternativas de resposta é grande. Isto porque as percentagens que variam de 0,0% a 0,4% são arredondadas para 0% nas tabelas e as que vão de 0,5% a 0,9% são arredondadas para 1%. Por exemplo, caso existam vários candidatos com 0,5% de intenções de voto, todos eles sairão com 1% nas tabelas, fazendo com que a soma das percentagens seja superior a 100%.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dilma aparece à frente de Serra, aponta CNT/Sensus

Pesquisa mostra Dilma com 35,7%, contra 33,2% de Serra. Marina tem 8% das intenções de voto

iG São Paulo |


Seguindo a mesma tendência apontada pela pesquisa Vox Populi no fim de semana, o levantamento do Instituto Sensus, encomendado pela Confederação Nacional do Transportes (CNT), também mostra hoje pela primeira vez a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, numericamente à frente do pré-candidato do PSDB, José Serra, em uma lista induzida. No rol em que a CNT/Sensus apresenta pela primeira vez aos entrevistados, todos os prováveis 11 candidatos, incluindo os de partidos pequenos, Dilma aparece com 35,7% da preferência, seguida de Serra com 33,2%.

O Sensus entrevistou duas mil pessoas em todo o País de 10 a 14 de maio. Portanto, no período em que foram exibidas as inserções de rádio e TV do PT. Inclusive o programa de dez minutos exibido no dia 13, em que Lula aparece ao lado de Dilma, e a candidata é comparada ao ex-presidente sul-africano Nelson Mandela.

sábado, 15 de maio de 2010

Vox Populi mostra Dilma com 38% e Serra com 35%

É a primeira vez que a pré-candidata petista ultrapassa numericamente o tucano; resultado indica empate técnico

15 de maio de 2010 | 20h 07

José Roberto Toledo, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos do Instituto Vox Populi, divulgada neste sábado.

Na pesquisa estimulada, o levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35%. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos. No levantamento anterior feito pelo instituto, em abril, Serra tinha 34% das intenções de voto, contra 31% de Dilma.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, os dois candidatos também estariam tecnicamente empatados. A petista teria 40% e o tucano 38%, dentro, portanto, da margem de erro.

A pesquisa espontânea - quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar - também aponta a liderança da petista Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.

A pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada. Subiu de 7% para 8%. As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.

Fator Lula. O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto. Mesmo sem poder se candidatar, Lula é citado pelos eleitores, o que confirma sua popularidade.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio, sob o número 11.266/2010. Os dois mil eleitores foram entrevistados entre os dias 8 e 13.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pesquisa Sensus diz que Dilma ‘empatou’ com Serra

Moacyr Lopes Jr./Folha
A última pesquisa realizada pelo instituto Sensus detectou um empate técnico entre as candidaturas do tucano José Serra e da petista Dilma Rousseff.



Por essa sondagem, Serra teria 32,7% das intenções de votos dos eleitores brasileiros. Dilma amealharia 32,4%.



Bem atrás, na terceira colocação, viria Ciro Gomes (PSB), com 10,1%. Segurando a lanterninha, Marina Silva (PV), a quem se atribui o índice de 8,1%.



A pesquisa foi encomendada pelo Sintrapav (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada de São Paulo).



A Folha noticiara que, no registros do TSE aparece outro contratante: Sindecrep (Sindicato de Trabalhadores em Concessionárias de Rodovias) de São Paulo.



Ouvido, o Sensus alegara que ocorrera um equívoco, corrido posteriormente.



Os pesquisadores do instituto foram ao asfalto entre a segunda (5) e a sexta-feira (9) da semana passada.



Segundo o Sensus, a consulta se estendeu a 24 Estados, Ouviram-se 2.000 pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais –para cima ou para baixo.



Os resultados da pesquisa serão divulgados nesta terça (13). É a primeira vez que Dilma figura numa sondagem empatada com Serra.



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- Atualização feita às 18h35 desta terça (13): Lideranças do PSDB apressaram-se em desqualificar a pesquisa. O petismo solta fogos (aqui).

Escrito por Josias de Souza às 16h37

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domingo, 4 de abril de 2010

Dilma sobe, mas Serra mantém a liderança, diz pesquisa

da Folha Online

Pesquisa divulgada neste sábado pelo instituto Vox Populi e encomendada pela rede de televisão Bandeirantes mostra o pré-candidato da presidência pelo PSDB José Serra na liderança com 34% dos votos, mesma porcentagem registrada em janeiro. A pré-candidata do PT Dilma Rousseff subiu quatro pontos percentuais, segundo a pesquisa Vox Populi, e possui 31% das intenções de voto.

Ciro Gomes, do PSB, aparece com 10% e Marina Silva, do PV, com 5%. Votos nulos e brancos somam 7% e 13% dos pesquisados não quiseram ou não souberam responder.

Em um cenário sem Ciro Gomes, Serra possui 38%, Dilma com 33% e Marina Silva com 7% das intenções de voto. Neste caso, brancos e nulos somam 7% e 15% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa do Vox Populi foi registrada sob o número 7337/2010 e realizada entre os dias 30 e 31 de março com 2.000 eleitores. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Datafolha

No último dia 27, em pesquisa realizada pelo Datafolha, Serra aparece com nove pontos de vantagem sobre Dilma. O tucano tem 36% e a petista 27% das intenções de voto.

Na pesquisa realizada em fevereiro, Serra tinha 32% e Dilma 28%.

Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os 8% obtidos no mês passado.

Em um eventual segundo turno, o tucano venceria a petista por 48% contra 39%.

A pesquisa, registrada sob o número 6617/2010, foi realizada nos dias 25 e 26 com 4.158 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.